quarta-feira, 24 de maio de 2017
Le gouvernement putschiste de Michel Temer
Le gouvernement putschiste de Michel Temer a montré que vous
êtes venu. Almentaram décès sur le terrain, dans les réserves autochtones et
dans les zones pauvres de geandes des villes.
Août, même l'armée est dans les rues, atedendo et blessant
des citoyens qui protestaient contre la vraie corruption du gouvernement
actuel.
Même avec plusieurs actions à mettre de côté
l'empêchement du président réel ce pays. Le tribunal de supremoo ne fait rien.
Et maintenant, l'armée dans les rues en blessant la démocratie brésilienne
souffrante.http://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/05/as-imagens-do-massacre-da-pm-contra-manifestantes-em-brasilia.html
El gobierno golpista de Michel Temer
El gobierno golpista de Michel Temer viene mostrando lo que
vino. Alentaron las muertes en el campo, en las reservas indígenas y en las
zonas pobres de las gees ciudades.
Incluso el ejército está en las calles, aburriendo e
hiriendo a los ciudadanos que protestan contra la corrupción real del actual
gobierno.
Incluso con varias acciones para anular el impedimento de la
verdadera presidenta este país. El supremo tribunal no hace nada. Y ahora el
ejercito en las calles hiriendo la combalida democracia brasileña.
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/05/as-imagens-do-massacre-da-pm-contra-manifestantes-em-brasilia.html
The coup government of Michel Temer
The coup
government of Michel Temer has been showing the one that came. They added to
the deaths in the countryside, in the Indian reserves and in the poor areas of
the geographic cities.
Even the
army is in the streets, hurting and wounding the citizens who protest against
the real corruption of the current government.
Even with
several actions to nullify the impediment of the true president in this
country. The supreme court does nothing. And now the army on the streets
hurting the weakened Brazilian democracy.
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/05/as-imagens-do-massacre-da-pm-contra-manifestantes-em-brasilia.html
sábado, 7 de maio de 2016
Golpe no Brasil: É fato que envergonha aos que tem
vergonha, mesmo não fazendo parte dele.
Por: Maria de Andrade
Venho
tentando já há algum tempo, escrever um artigo sobre a situação política do
Brasil, mantive este desejo em suspenso, porque sentia a necessidade de
racionalizar as questões fundamentais implicadas em tal fato. Ao apagar das luzes do congresso nacional no
dia 17 de abril de 2016, a decisão vencedora não estava apenas culpabilizando a
presidente Dilma Rousseff, por crimes que no final das análises nem existem de
fato. O caso vai muito mais além desta questão burocrática facilmente
resolvível pelos autores do golpe institucional no Brasil, a verdadeira
discussão se encontra na raiz do que é democracia para tais agentes.
O que esta em jogo são os 54.501.118 votos, a validade
destes para aqueles que perderam nas urnas a eleição de 2014. A validade esta
sendo questionada não porque não acham que ela os recebeu, mas porque quem os
deu não seriam cidadãos de fato e de direito. Rasgando a ilusória teoria de que
o Brasil é uma democracia no sentido moderno da palavra, também, pondo por
terra o mito da democracia racial, defendida pelo sociólogo pernambucano
Gilberto freire. Estes não são validos porque sua origem é diretamente ligado aqueles que ganharam um espaço para expressar sua voz
depois de tanto tempo oprimido. Mulheres e homens que pensam, juntam-se a
grande massa de excluídos para repensar as discussões sobre os grupos
culturalmente excluídos no Brasil. E eles não se surpreenderam com o baixo
nível dos congressistas brasileiros, no famigerado dia 17 de abril de 2016. Esses congressistas expressaram
pontualmente o que fazem todos os dias, excluir, criminalizar e humilhar o
diferente. Direitos fundamentais são negados aos grupos, com o único discurso
de que eles não têm direitos por ser o que são. Nordestinos, nortistas, pobres,
pretos, mulheres, homossexuais, estrangeiros pobres ou simplesmente porque não
aceitam o estado opressor das coisas dadas, como é o caso notório do Partido
dos Trabalhadores.
O golpe já foi dado, os golpistas não têm o mínimo decoro
ou a menor discrição, a única objeção, é com a palavra usada para a sua
notificação: Incomodam-se com o termo golpe! Não há instituição que possa
barra-lo, o congresso o endossou, o senado, compôs uma comissão em que, os
principais partidos articuladores do golpe são presidente, Raimundo Lira (PMDB)
e relator, Antonio Anastasia
(PSDB-MG), o Supremo Tribunal de Justiça, também está preocupado
com a palavra golpe. Não com a ação em si, as únicas vezes em que se pronunciaram
foi para que o povo e as mídias internacionais não usassem a palavra, golpe.
Com isto a censura já vem se instalando no país, juizados
de primeira instância têm proibido manifestações em rede sociais, discussões em
universidades, estão propondo leis de mordaça para professores, bloqueando Redes
Sociais e discutido a limitação do uso da internet. Atitudes que enfraquecem a
comunicação, a divulgação do fato e a circulação de ideias plurais que possam
de alguma forma barrarem o golpe em curso no país.
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